segunda-feira, 14 de abril de 2014

Campeonato Gaúcho

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Tetracampeonato com goleada

Colorado goleia o Grêmio na final do Gauchão e faz a festa em Caxias do Sul. 

O Internacional na tarde deste domingo no Estádio Centenário em Caxias do Sul poderia perder o clássico Gre-Nal até por 1x0 que se consagraria tetracampeão gaúcho, devido à vantagem conquistada no primeiro jogo na Arena, no qual venceu por 2x1. Porém fez melhor do que isso. Goleou o Grêmio na final do Gauchão por 4x1 e conquistou o tetra. 
 D’Alessandro, Alex por duas vezes e Alan Patrick marcaram os gols colorados. Ernando contra, marcou o gol de honra gremista.  Após um primeiro tempo em que o Grêmio foi melhor no jogo, foi o Inter que saiu na frente. E na segunda etapa goleou o time gremista. No placar agregado das duas partidas o Internacional venceu o rival por 6x2.
O time colorado continua sem saber o que é perder um Gre-Nal em Caxias do Sul. São quatro no total, com duas vitórias coloradas e dois empates.
Precisando buscar o resultado o time gremista ficava mais com a bola e jogava no campo colorado no primeiro tempo, mas longe de criar chances claras para marcar. Logo no primeiro minuto, Alán Ruiz dentro da área finalizou mal. Logo depois foi a vez de Dudu finalizar fraco ao gol de Dida. Aos 11, Edinho bateu a direita do goleiro colorado. 
O Inter que não ia ao ataque, a primeira vez que o fez, chegou ao gol. Aos 26, após falha de Werley dentro da área, Rafael Moura escorou para D’Alessandro que limpou a marcação e mandou no canto esquerdo de Marcelo Grohe, Inter 1x0. 
A melhor chance gremista na etapa veio com Barcos, aos 33, quando o argentino recebeu na frente, cortou a marcação e bateu a gol obrigando Dida espalmar para escanteio. Porém no final da etapa quem quase marcou foi novamente o Inter. Em chegado com D’Alessandro pelo lado esquerdo da área, por detalhe Rafael Moura não desviou para a rede. 
O Grêmio foi para o intervalo precisando marcar três gols para conquistar o título. Enderson Moreira mudou na volta para segunda etapa, colocou Maxi Rodríguez no lugar de Edinho. 
O Internacional voltou com outra postura para a segunda etapa. Deu uma pista disso logo aos 2 minutos, quando chegou forte em chute  de fora da área. Grohe fez a defesa. 
Mas foi aos quatro que o Inter chegou ao gol e deixou a missão gremista ainda mais complicada. Alan Patrick pelo lado direito dentro da área bateu a gol, Alex desviou na frente do goleiro gremista e fez 2x0. 
Aos nove, Marcelo Grohe fez a defesa na cobrança de falta de D’Alessandro. A bola saiu para escanteio e na sequência o argentino foi derrubado dentro da área por Dudu. Pênalti marcado por Márcio Chagas da Silva. Alan Patrick cobrou e fez o terceiro. 
Se antes mesmo do terceiro gol a torcida colorada no Estádio Centenário já gritava olé. Ela foi ao delírio quando no minuto seguinte após o gol de Alan Patrick, Alex recebeu na frente, driblou Marcelo Grohe e fez Inter 4x0. Era o terceiro gol colorado em apenas dez minutos do segundo tempo. 
Com a goleada o time de Abel baixou um pouco o ritmo. Aos 21 em jogada de Dudu pelo lado direito, o Grêmio descontou, a bola ainda desviou em Ernando antes de entrar. Faltando dez minutos para a partida terminar, Willians e Pará foram expulsos após bate boca e confusão. 
O colorado com a goleada no clássico chegou ao seu 43° título estadual de sua história. É o quarto seguido. No próximo fim de semana estreia no Campeonato Brasileiro diante do Vitória. Já o Grêmio enfrenta o Atlético-PR e volta a jogar pela Libertadores, no dia 23 na Argentina contra o San Lorenzo. 

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sábado, 12 de abril de 2014

CRISE

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Bancada de apoio a Alceu rejeita criação 
de comissão processante contra vice  

O ofício pretendia instalar comissão processante para analisar a possibilidade de 
cassação do vice-prefeito Antonio Feldmann (PMDB) 

A denúncia contra o vice-prefeito municipal, Antonio Feldmann, para instalação de comissão processante, está arquivada no âmbito do Legislativo caxiense. Na sessão ordinária de quinta-feira, dia 10, por maioria (17X3), o plenário rejeitou o ofício da bancada petista, liderada pelo vereador Rodrigo Beltrão, propondo que a futura comissão analisasse a possibilidade de perda do mandato de Feldmann. O motivo era o fato de ele não ter assumido o exercício da chefia da Prefeitura, durante as férias do prefeito Alceu Barbosa Velho, que retomou o comando do Executivo, na manhã de hoje. 

Votaram favoráveis os vereadores Guiovane Maria (PT), Daniel Guerra e Renato Nunes, ambos do PRB. Votaram contra Arlindo Bandeira (PP), Edi Carlos (PSB), Edson da Rosa (PMDB) Felipe Gremelmeir (PMDB), FlÁVIO Cassina (PTB),Flavio Dias (PTB),Guila Sebben (PP), Henrique Silva (PCdoB) João Carlos,Virgili Costa (PDT), Jaison Barbosa (PDT), Mauro Pereira (PMDB), Neri Andrade Pereira (SDD), Perdro Incerti (PDT) Rafael Bueno (PCdoB), Raimundo Bampi (PSB),Washington Stecanella Cerqueira (PDT) e Zoraido Silva (PTB).

O vereador Mauro Pereira (PMDB) ponderou que, antes de abrir uma discussão sobre eventual cassação de Feldmann, seria necessário aguardar pelo posicionamento definitivo do Judiciário e do Ministério Público. Ele lembrou que em 2010 ficou 65 dias com sua candidatura impugnada, depois foi julgado e ganhou a causa.  “Se aprovássemos a Comissão Processante antes  de uma decisão da justiça poderíamos estar repetindo este equívoco contra Feldmann”. 

Na mesma linha, o vereador Jaison Barbosa (PDT) considerou precipitada a ideia de uma comissão processante agora. “Já imaginaram a Câmara criar uma Comissão Processante  e depois Feldmann ser considerado inocente pela justiça?” questionou Jaison. O vereador Zoraido Silva (PTB) argumentou não existirem fatos obscuros que justificassem a comissão. Chegou a sugerir à bancada petista a retirada da denúncia. 

Para o líder do governo municipal na Casa, vereador Pedro Incerti (PDT), trata-se de questão técnica e de interpretação legal. O vereador Guila Sebben (PP) salientou ser necessário aguardar algum apontamento transitado e julgado, por parte da Justiça. Conforme o vereador Virgili Costa (PDT), o vice-prefeito não incorreu em má-fé. 

  “Nesse episódio é como
    se a prefeitura fosse 
    a casa da mãe joana” 

Durante o debate, Beltrão apontou que a Câmara não poderia se isentar de avaliar a situação. Para o petista, Feldmann descumpriu a decisão judicial, que determinou a ele que assumisse a Prefeitura. “Não pode haver interpretação da lei. Ele tinha que assumir e não negar-se e manter-se no gabinete e continuar sendo remunerado. Ao dizer que se considera impedido porque não concorreria a deputado federal, ele está afrontando o estado democrático de direito. Caxias ficou quatro horas sem prefeito pela irresponsabilidade do vice-prefeito”.

A vereadora Denise Pessôa (PT) acrescentou que, no caso, teria havido improbidade administrativa e falta de cumprimento à Lei Orgânica Municipal. Para Denise, “o prefeito não podia ter viajado diante da negativa do seu vice assumir”. O vereador Kiko Girardi (PT) também assinou a denúncia. 

De acordo com o vereador Daniel Guerra (PRB), nesse caso, o governo municipal teria agido com desrespeito ao cidadão. Antes deste governo se eleger foi feito um grande acordo de compadres. “Neste episódio agiu-se como  se a prefeitura fosse a casa da mãe joana e para acabar com isso foi preciso o Ministério Público intervir”. O vereador Renato Nunes (PRB) ressaltou que Feldmann estaria privilegiando as suas vontades pessoais, ao invés das prerrogativas do cargo que ocupa. “Ele deu um golpe agora está dizendo que sofreu um golpe, está se fazendo de vítima”. 

Momentos antes da votação, Beltrão, Denise e Kiko, autores da denúncia, tiveram que sair do plenário. Eles foram impedidos de votar, pelo que dispõe o inciso I do artigo 5º do decreto-lei federal 201, de 27 de fevereiro de 1967. Por isso, no decorrer de hoje, a Câmara procedeu à convocação dos três suplentes da Frente Popular (PT, PRB, PRTB, PTC, PV), os petistas Ana Corso, Marcos Regelin e Guiovane Maria, que possuíam 15 dias para encaminhar resposta ao Legislativo. Só Guiovane conseguiu participar da votação. Ele se posicionou de forma contrária e lamentou suposta omissão de Feldmann, ao não assumir o comando do Executivo, durante o afastamento de Alceu. 

                                                                                                                                                                           Foto Diego Pereira
Base de apoio a Alceu na Câmara rejeitou criação de Comissão Processante 


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CRISE NA PREFEITURA

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 Prefeito tenta passar a imagem 
de que não há crise, mas ela existe

Embora o prefeito Alceu Barbosa Velho (PDT), no retorno antecipado de férias, em entrevista coletiva, tenha dito que não existe crise na prefeitura, ela existe. A própria justiça caxiense diz que o vice-prefeito Antonio Feldmann descumpriu a Lei Orgânica do Município ao negar-se a assumir a prefeitura mesmo permanecendo no cargo e em Caxias.

As férias do prefeito Alceu Barbosa Velho (PDT) tiveram que ser bruscamente interrompidas após duas decisões judiciais que questionavam quem era o sucessor para assumir o cargo de chefe do Executivo na sua ausência e na recusa do vice-prefeito, Antonio Feldmann (PMDB), que optou por não assumir o cargo para não se transformar em inelegível para as eleições gerais de outubro. Alceu e a primeira-dama e coordenadora de Comunicação da prefeitura, Alexandra Baldisserotto, embarcaram em Cancun, no México, na quarta-feira, e, após desembarcarem em Porto Alegre no início da manhã de quinta, chegaram em Caxias.Menos de uma hora depois, Alceu chegava no prédio da administração municipal e reassumia seu cargo.

A cerimônia foi bem diferente de quando saiu em férias e passou o cargo de prefeito para o presidente da Câmara de Vereadores, Gustavo Toigo (PDT), com o Salão Nobre lotado, fotos, sorrisos e discursos. Na retomada, na quinta, 10, a documentação já estava pronta e Alceu assinou, junto com Toigo, numa cerimônia bem reservada, quase despercebida, sem a pompa da primeira, que tinha inclusive a presença do vice Feldmann que, embora não quisesse assumir, estava na solenidade da posse de Toigo e da despedida de Alceu para entrar de férias, o que caracterizava a ilegalidade, pois o vice estava presente e isso comprovaria a irregular substituição, conforme a própria justiça caxiense está dizendo.

Logo em seguida, na coletiva à imprensa, era notório o clima de constrangimento. Havia um grande staff cercando Alceu, além de Feldmann, que sentou ao seu lado, revelando certo nervosismo, estavam secretários, vereadores da base aliada e todos sentados ao lado de Alceu como se o estivessem protegendo e servissem de couraça ao prefeito.  A presença de um grande grupo de apoiadores tentou passar a imagem de unidade em torno da decisão de Feldmann de que não há crise política na prefeitura, mas apenas crise de interpretações como Alceu afirmaria. Na verdade, o que se viu foi um clima tenso no rosto e no olhar de todos os que cercavam o prefeito, inclusive ele próprio, diante dos questionamentos da imprensa.

Francisco Spiandorello não 
concorreu a deputado em 1996

Antes de abrir para as perguntas, Alceu procurou demonstrar tranquilidade e plena segurança fazendo suas observações, a partir de tudo o que viu na imprensa sobre os fatos enquanto estava fora do Brasil. Como se a crise não existisse, com a justiça batendo à porta, mostrando indiferença, começou bem-humorado com os jornalistas e pediu desculpas pelo cansaço da viagem. Tentando desviar o tema, citou que leu num jornal de abrangência nacional que o vice-presidente da Câmara dos Deputados (André Vargas, do PT do Paraná) havia renunciando por suspeita de envolvimento com doleiro. E comparou que no exemplo de Brasília trata-se de uma crise causada por corrupção, o que o deixaria muito chateado, caso tivesse acontecido em Caxias.

“O que está havendo é uma crise de interpretação da lei e não uma crise  moral e  ética como estão dizendo”, afirmou taxativamente, tentando esvaziar a coletiva já no seu início.  Quando questionado pelos jornalistas sobre a crise, falou sobre o desgaste do governo e do vice, sobre sua relação com o vice-prefeito Antonio Feldmann, dando nota 10 para o vice e aproveitou para mais uma vez desviar o assunto anunciando a mudança do chefe de Gabinete (Manoel Marrachinho será coordenador das obras do PAC e cede o lugar para o presidente da Festa da Uva, Edson Néspolo) e fugiu do assunto ao ser questionado sobre quando remarcará suas férias. Para Alceu, se há uma crise, a mesma está na interpretação equivocada da Legislação que respalda a conduta e ações de todos os envolvidos. Ele questionou a sentença da juíza Maria Aline Vieira da Fonseca, na qual há citação de que a ordem de sucessão efetuada na ausência de Alceu era “juridicamente inadequada”, e que em momento algum declara como ilegal. 

Alceu disse também que respeita o posicionamento tanto da oposição quanto do Ministério Público (MP), embora declarou, em algum momento da entrevista, que houve algumas ações, na última semana, que beiram a má-fé. Alceu Barbosa Velho deu como exemplo situação semelhante a ocorrida durante o mandato de Mário David Vanin na prefeitura de Caxias, quando o vice da época, Francisco Spiandorello, se negou a assumir o Executivo para concorrer a deputado federal. Na ocasião, segundo Alceu, o então presidente da Câmara de Vereadores, Kalil Sehbe, foi empossado na gestão municipal. O prefeito de Caxias, Alceu Barbosa Velho (PDT), se enganou. Francisco Spiandorello, vice-prefeito entre 1993/1996, nunca concorreu à Câmara Federal, como ele afirmou.

 Em 1996, “Chico”, como é conhecido, candidatou-se à Câmara de Vereadores e se elegeu. Em duas oportunidades, por causa de viagens do prefeito Mário Vanin, no período eleitoral, Spiandorello não assumiu. O presidente da Câmara, Kalil Sehbe, em ambas as oportunidades, assumiu a prefeitura. Quando da volta de Vanin ele reassumiu sua função de vice. Spiandorello, ouvido pela Gazeta, disse que não lembra se tinha se afastado, mas acredita que não permaneceu na prefeitura durante a ausência de Vanin. A lei da improbidade já existia desde o final de 1992, era um ano eleitoral, o PT estava mais vigilante do que nunca e o prefeito Mário Vanin era muito cauteloso.

Bastante abalado, após a coletiva, Antonio Feldmann comentou que está tranquilo com a situação, mas fez questão de observar que a repercussão do caso reascende o debate da necessidade de haver uma reforma político-eleitoral no país.

Sobre a avalanche de críticas nas redes sociais pelo fato de ele não assumir, Feldmann preferiu atribuir “a pessoas que estão contra a administração”, não admitindo que há um grande descontentamento na cidade quanto a maneira como o prefeito e o vice conduziram a questão, independente de ideologias ou simpatia partidária. Feldmann ressaltou que a visita a Mendoza, na Argentina, estava agendada desde 19 de fevereiro e que arcou com os custos da viagem, sem retirar diárias oficiais. “O meu erro foi ter dito que era uma viagem particular e não era, foi oficial, afirma, citando encontros com diplomata e visitas a uma câmara de comércio e vinícolas como exemplos de resultados obtidos para a prefeitura”. Ele chegou a afirmar que poderia ter informado sobre a visita antes, “mas às vezes a gente não quer fazer divulgação de viagens”. 

França: “Violação da legalidade, 
  impessoalidade e moralidade”


A opção do vice-prefeito Antonio Feldmann em não assumir o posto de prefeito durante as férias de Alceu Barbosa Velho (PDT) pode acarretar na perda do mandato. No último dia 04, a juíza Maria Aline Vieira da Fonseca, da 2ª Vara Cível da Fazenda Pública do município, acatou a ação civil pública impetrada pelo promotor Alexandre Porto França, que determinava que Feldmann assumisse o cargo imediatamente.

A denúncia partiu da bancada do PT na Câmara de Vereadores, com base no artigo 89 da Lei Orgânica, que impõe ao vice substituir o prefeito na vacância do cargo. 

Segundo entendimento do promotor, a Lei Orgânica deve ser respeitada e questões de ordem pessoal ou política não podem interferir na obrigação institucional de exercer o cargo. De acordo com França, mesmo que Feldmann tenha a intenção de ingressar com um recurso contra a decisão judicial, a determinação da juíza deve ser cumprida enquanto isso.

Diante do descumprimento, da decisão liminar que determina que o vice-prefeito Antonio Feldmann assuma a chefia da prefeitura de Caxias do Sul, o promotor de Justiça Alexandre Porto França irá instaurar inquérito civil para apurar improbidade administrativa no Executivo Municipal.

O promotor entende que a recusa de Feldmann e a posse do procurador-geral do município, Victório Giordano da Costa, como prefeito em exercício, na manhã do dia 8, podem representar violação dos princípios da administração pública, como legalidade, impessoalidade e moralidade.
O presidente do Legislativo caxiense, Gustavo Toigo, não seria alvo da investigação, porque cumpriu a determinação e deixou a prefeitura nesta terça-feira. Nas férias do prefeito Alceu Barbosa Velho, o vice Antonio Feldmann deveria assumir o cargo, mas optou por não exercer a função de chefe do Executivo para não se tornar inelegível nas eleições deste ano, ele seria pré-candidato a deputado federal. Então, o cargo de prefeito ficou com o presidente da Câmara, Gustavo Toigo (PDT). Porém, uma liminar judicial ordenou que o vice assumisse o cargo, como manda a Lei Orgânica do Município. Foi assim que Toigo deixou a prefeitura na manhã de terça.
Segundo o procurador-geral do Município, Victório Giordano da Costa, PDT, como a decisão judicial determinava o afastamento de Toigo, isso foi cumprido. E Costa assumiu o cargo, respaldado pela Lei Orgânica do Município, segundo sua justificativa.

A multa diária de R$ 50 mil por dia de não cumprimento da liminar, imposta ao vice Feldmann, só vai ser exigida a partir do momento que ele for citado no processo do MP. O promotor afirma que o próximo passo é a instauração de um inquérito civil que investigue a conduta de improbidade administrativa. França entende que o pagamento da multa não é a punição em si, e servia somente como instrumento de coerção para que a Lei seja cumprida.

                                                                                                                                                                          Foto Diego Pereira
Num clima tenso, prefeito Alceu deu apoio irrestrito a Feldmann que pode sofrer
 processo de improbidade

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DIA MUNDIAL DA JUVENTUDE

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Catedral recebe as réplicas diocesanas

No Dia Mundial da Juventude, neste 13 de abril,, tradicionalmente comemorado
 na Igreja no domingo de Ramos, a Catedral recebe as réplicas diocesanas 
dos símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ). 

A cruz peregrina e o ícone de Maria saem da Igreja São Pelegrino, após a missa das 17h, e chegam para a entrada da missa das 19h da Catedral. Os jovens irão acolher os símbolos nas escadarias e entrarão com a benção dos ramos. “Domingo celebramos a entrada de Jesus em Jerusalém. Provavelmente, muitos jovens acolheram Jesus com ramos e saudações. Atualmente, os jovens são chamados a acolher Jesus em sua vida, como Senhor e Mestre. Receber os símbolos é uma forma de renovar o compromisso assumido com o Papa Francisco na JMJ do Rio de Janeiro”, enfatiza o pároco da catedral, Padre Leomar Brustolin.

Os jovens são convidados a ir vestidos com a camiseta da JMJ ou com a de seu grupo de jovens. O tema do Dia Mundial da Juventude, também chamada Jornada Diocesana da Juventude, é “Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu” (Mt 5,3), escolhido pelo Papa Francisco. 

Em sua mensagem para esta Jornada, o Santo Padre afirma: “As Bem-aventuranças de Jesus são portadoras duma novidade revolucionária, dum modelo de felicidade oposto àquele que habitualmente é transmitido pelos mass media, pelo pensamento dominante. Para a mentalidade do mundo, é um escândalo que Deus tenha vindo para Se fazer um de nós, que tenha morrido numa cruz. Na lógica deste mundo, aqueles que Jesus proclama felizes são considerados «perdedores», fracos. Ao invés, exalta-se o sucesso a todo o custo, o bem-estar, a arrogância do poder, a afirmação própria em detrimento dos outros”. Ver mensagem completa em http://www.vatican.va/holy_father/francesco/messages/youth/documents/papa-francesco_20140121_messaggio-giovani_2014_po.html

Programação da Semana 
  Santa na Catedral

13/04 Domingo
Celebração de Ramos e Paixão do Senhor
Missas às 9h, 11h e 19h.
TRÍDUO PASCAL

16/04  Quarta-feira, às 20h, no Mater Dei. Ceia Judaica.
17/04 Quinta-feira Santa . Ceia do Senhor
Missa apenas às 20h (Lava-pés)
Adoração ao Santíssimo: 21h às 23h no Mater Dei
18/04 Sexta-feira Santa - Paixão do Senhor
Via Sacra, 9h
Confissões, 10h
Celebração da Paixão, 14h
Procissão, 15h (percorrerá as ruas Montaury, Júlio de Castilhos até a Guia Lopes, onde ocorrerá o encontro com a procissão de Nossa Senhora das Dores, vinda de Santo Sepulcro e retornará pela Sinimbu até a Catedral).
19/04 Sábado de Aleluia
19h. Vigília Pascal (Liturgia da Luz, da Palavra, do Batismo e
da Eucaristia). Distribuição de água para abençoar a casa.

20/04 Domingo . Páscoa do Senhor
Missas 9h, 11h e 19h.
21/04 Segunda . Feriado de Tiradentes
Haverá somente a missa das 19h ( feriado civil)
Todas as sexta-feiras no tempo pascal, 19h30min.
Via Lucis - a Via sacra da Ressurreição.


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IMAGEM SEMANA 1013

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                                                                                                                                                                Foto: Morgana Perini
A Secretaria Municipal da Educação (SMED), Secretaria do Esporte e Lazer (SMEL) e Subprefeitura de Vila Oliva realizaram no último dia 5 a 1ª Caminhada no Interior pela Família na Escola, em Vila Oliva. A atividade, que integra as comemorações alusivas à Semana de Vila Oliva, reuniu cerca de 450 pessoas entre alunos, pais, professores, comunidade e participantes do Projeto Conviver. Antes da Caminhada, os presentes acompanharam a bênção do padre da localidade, Adriano Paliano, e na sequência realizaram alongamento ministrado pelos professores da SMEL. Munidos de faixas do Projeto Família na Escola - Escola para Pais - e de balões brancos, os participantes percorreram o entorno da Escola Municipal de Ensino Fundamental Erny de Zorzi. A Semana de Vila Oliva segue até o dia 13 de abril. 

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ARTIGO 1013

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Excesso de uso do cheque especial

Luciano Duarte Peres - advogado

 O uso do cheque especial deveria ser apenas para emergências financeiras, já que essa categoria de crédito possui uma das maiores taxas do mercado. Mas infelizmente aqui no Brasil os consumidores estão utilizando a modalidade como um plus a renda, prova disso é que segundo o SPC - Serviço de Proteção ao Crédito, em 2013 40% dos brasileiros utilizaram esse reforço ao longo do ano. 

O cheque especial é um empréstimo automático, oferecido pelos bancos e que normalmente já é contabilizado ao saldo, mas fique atento já que a categoria está entre as que possuem as maiores taxas de juros do mercado, chegando a 150% ao ano (8% ao mês). Normalmente isso pode gerar uma dívida muito maior do que a esperada. Um exemplo prático disso: quando alguém pega R$ 1 mil do cheque especial, mas no mês seguinte teve dificuldades de repor o dinheiro, fazendo com que o problema se arraste por meses, ao final de um ano a dívida passará de R$ 1 mil para R$ 2,5 mil. 

E não pense que apenas as classes mais populares, como C, D e E que apelam para a ajudinha a mais, a pesquisa feita pelo SPC mostra que 43% das pessoas que utilizaram o cheque especial pertence as classes A e B, enquanto 34% as classes C, D e E. Para não cair na tentação e acabar com um rombo no orçamento, nunca use o cheque especial para ajudar nas compras ou desejos pessoais que ultrapassem a renda mensal. 

Esse hábito traz a falsa impressão de aumento de renda, e claro, leva ao descontrole das despesas, gerando o endividamento. Caso venha a utilizar em um momento de emergência, fique atento aos prazos de pagamento, veja se o seu banco oferece alguns dias de uso do cheque especial sem cobrança de juros. 

Planejamento a longo prazo é a alternativa ideal para não precisar utilizar o cheque especial. Por exemplo, se existe a necessidade dos valores em mãos hoje, mas você terá um dinheiro extra em julho, como restituição do imposto de renda, ou primeira parcela do 13º, uma dica é ir ao banco e negociar um crédito pessoal com pagamento da dívida para o mês que terá dinheiro, essa alternativa acaba sendo mais segura e mais barata.

Os dados ainda são alarmantes: 8 em cada 10 brasileiros não possuem um controle total de suas finanças. Os motivos principais são a falta de disciplina ou de informação, já que a maioria não sabe como anotar gastos e estabelecer prioridades. Além disso, 85% dos consumidores admitem fazer compras por impulso, movidos pela emoção, trazendo riscos para o orçamento. 

Fique atento principalmente às taxas de juros, saiba quanto você vai pagar e pense se vale mais a pena um empréstimo pessoal ou a utilização do cheque especial. Faça sempre as contas. Uma boa dica para ajudar a todos é o site http://meubolsofeliz.com.br, que oferece serviços gratuitos como calculadoras financeiras, simuladores e consultorias individualizadas ao internauta, fornecidas pelos economistas do SPC Brasil. 

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BUROCRACIA

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A longa espera pelo trem regional

A implantação do trem regional que ligará Caxias Farroupilha, Carlos Barbosa, Garibaldi e
 Bento Gonçalves está sendo aguardada com muita expectativa.

Estudos técnicos continuam sendo elaborados para sua implantação, mas problemas técnicos e burocráticos ainda impedem o seu anúncio definitivo e a maneira como o projeto será colocado em ação. Sabe-se que ele será utilizado com transporte de passageiros dentro de um roteiro turístico abrangendo os municípios citados. Já foram realizadas várias reuniões em Brasília com caxienses e autoridades do governo, mas até agora o que se viu foram muitas conversas e promessas. 

Na região, apenas o trecho ligando Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa é ativado com a utilização de um velho trem conhecido como Maria Fumaça, como uma concorrida atração turística do local. No vale do Rio das Antas entre Bento Gonçalves e Veranópolis passa um trem de cargas que vem de Santa Catarina e se desloca a Porto Alegre.

O trem de passageiros foi inaugurado em Caxias em 1910 ligando a cidade com Porto Alegre e o Estado. Ele manteve sua importância até o final da década de 50, quando um novo paradigma, equivocadamente instalado pelo governo federal, o do transporte rodoviário, passou a ter prioridade e o ferroviário praticamente desativado. 

A BR-116, implantada ainda em 1941, passou a ser a opção mais forte para o transporte abandonando o ferroviário, diferente dos países europeus e dos EUA onde ele sempre foi prioritário ou no mínimo dividindo as ações com o rodoviário.

Último trem de passageiros 
 passou por Caxias em 1977

Em 1977, o último trem de passageiros partiu de Caxias do Sul rumo á Porto Alegre, restando apenas o do transporte de carga pesada, extinto em 1994. Uma mobilização para uso da ferrovia como uso turístico, a exemplo do que acontece entre Bento Gonçalves a Carlos Barbosa, não encontrou respaldo.

Em 1995, a comunidade ensaiou novas formas de preservação e revitalização do trecho, incluindo cenas do filme “O Quatrilho”. Foi feita uma reconstituição de meados do século XX.  Foi a última vez que um trem esteve em Caxias e na sede da Estação Férrea. Mas mais uma vez o movimento não teve sucesso. Os caxienses continuam saudosos pela volta do trem para reviver os eventos festivos e alegres que aconteciam quando o trem chegava de Porto Alegre e retornava à capital.

Em 27 de setembro de 2001 o conjunto denominado “Silo Ferroviário de Caxias d Sul” foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural do Estado do Rio Grande do Sul - IPHAE. Em 2006 o IPHAE definiu a área de entorno, com  parâmetros para reforma, construção e bens de interesses permanentes referendado pelo Plano Diretor Municipal de 2007. A área inclui edificações já tombadas e outras inventariadas.

O Município investe  na preservação e revitalização da área por entender que é patrimônio cultural de Caxias do Sul. Em 2006 e 2007 realizou intervenções de recuperação no prédio principal e no antigo armazém ocupando as edificações com atividades vinculadas à Secretaria da Cultura. A ocupação não é apenas física. Ela sinaliza a importância da recuperação do transporte ferroviário em direção ao futuro, com o projeto de implantação do trem regional.

                                                                                                                                                                     Foto: Arquivo Gazeta
Em 1995, nas filmagens de “O Quatrilho”, a última vinda do trem a Caxias

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EVANGELIZAÇÃO

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ADCE apresenta projeto de parceria com a CNBB 

A Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresa (ADCE) Serra irá abordar o tema “Frutos do Diálogo entre Bispos e Empresários: Projeto CNBB e ADCE Brasil”, durante ocasião de mais uma edição da reunião-jantar da entidade no dia 16 de abril.

O objetivo da ação é apresentar ao Clero e aos empresários o projeto nacional da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), que visa ampliar o trabalho de evangelização dos dirigentes de empresas, motivando-os a participarem das comunidades cristãs e a praticarem os valores do Evangelho na família, na comunidade e na empresa.

O empresário Jaime Lorandi será o palestrante. Ele ressalta os benefícios de unir o clero e os empresários. Segundo ele, mesmo se tratando da crença cristã, todos têm a ganhar com as práticas, que visam a solidariedade e o bem comum.

Durante o evento serão apresentados depoimentos de Bispos e empresários sobre a importância da iniciativa e os projetos de trabalho entre Clero e a ADCE.  O evento será no dia 16 de abril, às 19h30, na Câmara de Indústria e Comércio de Caxias.

A entrada é gratuita. Após, será realizado jantar por adesão, no valor de R$ 25,00. As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de abril com a ADCE pela manhã, pelo telefone (54) 3211-0131 ou pelo e-mail adce@adcers-serra.org.br.





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DAP

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“Não são possíveis grandes obras no 
aeroporto Hugo Cantergiani”

A sinalização de não serem possíveis grandes obras, no aeroporto regional Hugo Cantergiani, pronunciada pelo diretor do Departamento Aeroportuário do Estado (DAP), Roberto Carvalho Netto, ganhou ênfase na audiência pública realizada na Câmara de  Vereadores.

Ele afirmou que o governo estadual apresenta reduzida capacidade para investimentos. Promovida pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, presidida pelo vereador Guila Sebben (PP), a reunião buscou ações para melhorar a situação do transporte aéreo, no município e na Serra. Cerca de 40 pessoas prestigiaram o encontro.

De acordo com o diretor-geral do DAP, as soluções para resolver o gargalo desse modal passam pelo início das operações do futuro aeroporto de cargas e passageiros do distrito caxiense de Vila Oliva. Netto se mostrou esperançoso de que, até o final deste ano, fosse concluído o processo de desapropriação de áreas. Comentou que, no total, o espaço do novo terminal soma 400 hectares contra 60 hectares do Hugo Cantergiani. 

Questionado por Guila, sobre a decisão da Azul, de cancelar dois dos três voos vigentes, no sentido Caxias do Sul-Curitiba, Netto respondeu. Segundo ele, a companhia alegou problemas de impactos meteorológicos e que as interrupções seriam de 15 de maio a 15 de setembro deste ano. O diretor-geral do DAP rechaçou a possibilidade de inviabilidade econômica, como o motivo dos cancelamentos.

O diretor-geral do aeroporto Hugo Cantergiani, Marcos Arguelles, considerou que a demanda tem crescido. Disse que, no primeiro trimestre de 2014, na comparação com igual período do ano passado, o empreendimento registrou quase quatro mil passageiros a mais, alcançando a marca de 59.106 pessoas.

O vereador Mauro Pereira (PMDB) lembrou que, em outra audiência pública do Legislativo caxiense, em maio de 2009, o debate havia envolvido problemas semelhantes aos de hoje. Disse que, entre os encaminhamentos não resolvidos até o momento, está o de ampliar a largura da pista do Hugo Cantergiani, de 30 para 40 metros, sendo cinco metros de cada lado.

O peemedebista ainda atentou que, em 2011, o governo do Estado chegou a prometer a implantação do ILS até o final de 2012, o que ainda não aconteceu. O ILS consiste em um equipamento de aproximação de voos, para viabilizar operações, em dias de tempo ruim, com chuva e neblina, por exemplo.

                                                                                                                                                                     Foto: Andréia Copini
Aeroporto regional de Caxias deverá continuar com a mesma estrutura

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APRENDIZAGEM

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Senegalês ingressa no ensino superior em Caxias

Em menos de dois meses no Brasil, ele iniciou o curso de 
Ciências Contábeis e também planeja fazer Marketing

Com 32 anos de idade, professor de Matemática, casado e pai de uma garota de quatro anos, o senegalês Thierno Sylla é exemplo de determinação entre os africanos refugiados em Caxias do Sul, na serra gaúcha. Morando no Brasil há quase dois meses, e trabalhando como operário em uma distribuidora de água da cidade, ele ingressou no ensino superior para buscar conhecimento e bagagem cultural para ajudar a família e os amigos que ficaram na África. 

Autodidata e visionário, Thierno prestou vestibular para o curso de Ciências Contábeis da Anhanguera de Caxias do Sul e não se intimidou com o desafio de um idioma diferente. Falando inglês, francês, árabe e wolof, língua falada no Senegal, ele está estudando português, e já demonstra avanço na aprendizagem do nosso idioma. 

De acordo com o estudante senegalês, que planeja estudar Marketing em paralelo ao curso de Contábeis, porém, na modalidade à distância, a dificuldade para entender as aulas no idioma português existe, mas o auxílio dos professores e dos colegas de turma, aliados ao seu empenho em revisar o material em casa, estão contribuindo com a absorção do conteúdo. 

“Meu sonho é compreender a sistemática da economia no Brasil, e no prazo de dez anos retornar para meu país e trabalhar como funcionário público, usando o conhecimento adquirido aqui para ajudar minha família e meus amigos lá”, afirma Thierno, ressaltando o quanto o Brasil é bem visto pelos senegaleses na questão de desenvolvimento e crescimento. 


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SAMAE

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Testes de bombeamento do
Sistema Marrecas retomados 

 Os testes de bombeamento de água do Sistema Marrecas foram reiniciados no último dia 8. 

O procedimento estava atrasado há mais de três meses. Em janeiro houve a suspensão, por causa do rompimento de uma peça responsável por interligar o sistema de bombeamento a uma adutora de água bruta.

Conforme o diretor-presidente do Samae, Elói Frizzo, foram ligados os motores. 

Ele revela que finalizada a etapa vai ser dado início a um processo de desinfecção da adutora de água tratada, que sai de Morro Alegre até o reservatório da Mundial.

O diretor do Samae destaca ainda que a ligação com a região do São Ciro já foi feita, sendo assim, o abastecimento no bairro deve ser feito em breve.

O Sistema Marrecas tem capacidade de abastecimento para cerca de 250 mil caxienses, por período de aproximadamente 25 anos.

                                                                                                                                                                           Foto Andréia Copini
Com retomada das obras espera-se que a água chegue às torneiras 


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